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TCU: Petrobras tem menor índice de fragilidade de controles de corrupção


Estudo do TCU considerou poderes econômico e regulatório de diversas empresas e órgãos

A Petrobras é a empresa com o menor “Índice de Fragilidade de Controles de Fraude e Corrupção” entre estatais, órgãos públicos, agências reguladoras, autarquias e fundações. Os dados são do Tribunal de Contas da União (TCU).


A estatal indicou, em nota à imprensa, que é possível concluir que “não foi encontrada” fragilidade de controles de fraude e corrupção na Petrobras, “a não ser o próprio tamanho da companhia”, pois o estudo considera o “poder econômico” da empresa.


Além do tamanho econômico, a metodologia do TCU também calculou o poder de regulação. Nesse item, a Petrobras informa que não aparece no mapa de empresas com fragilidades em controles de fraude e corrupção divulgado.


“O ponto de maior Poder Econômico é a Petrobras, que também possui o melhor nível de controle do universo analisado. Entretanto, a estatal se encontra na faixa de exposição alta, devido ao seu alto orçamento de mais 460 bilhões de reais”, diz o relatório.

Novo comando


A partir de janeiro, a petroleira será comandada pelo economista Roberto Castello Branco, que teve passagens pelo Banco Central e pela mineradora Vale, além de atuar na Fundação Getúlio Vargas. Ele substituirá o atual presidente, Ivan Monteiro.


Superfaturamento em obra


Alvo constante da Operação Lava Jato, a Petrobras tem uma de suas sedes, na Bahia, investigada. O prédio custou R$ 1,2 bilhão – quatro vezes mais que o orçado. Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff vivaram réus pelo caso.


*Com informações do Estadão Conteúdo

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