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Legislativo em Pernambuco custa quase R$ 1,5 bilhão por ano

Atualizado: 17 de Dez de 2018



No ano passado, o Poder Legislativo custou quase um bilhão e meio de reaisaos contribuintes pernambucanos. A conclusão é de uma pesquisa feita pela ONG Cidadão Fiscal, com base nas declarações de contas anuais entregues ao Tesouro Nacional pelos governos municipais e também pela Secretaria da Fazenda do Estado. Os dados constam no Siconfi – o Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro.


O levantamento levou em consideração as declarações do exercício de 2017. Fazem parte da conta os valores empenhados pela Assembleia LegislativaCâmaras Municipais e também pelo Tribunal de Contas do Estado, que é considerado órgão acessório do Poder Legislativo Estadual.


Com R$ 774,3 milhões empenhados em 2017, o legislativo estadual é o quinto mais caro do Brasil, embora Pernambuco seja apenas o sétimo estado mais populoso da federação, segundo os dados do Tesouro.


Enquanto isso, 176 câmaras municipais pernambucanas empenharam um total de R$ 650 milhões. Em valores absolutos, a Câmara do Recife representa 21,3% (R$ 138,2 milhões) do custo total dos legislativos municipais. A soma da gastança pode ficar ainda maior, já que 9 cidades do estado não informaram ao Tesouro Nacional o volume de recursos aplicados na função legislativa. São elas: Altinho, Brejinho, Igarassu, Itapetim, Moreno, Petrolina, Ribeirão, Rio Formoso e Vicência.


No topo da tabela, Recife (R$ 138,2 milhões), Ipojuca (R$ 39,1 milhões), Jaboatão dos Guararapes (R$ 29,7 milhões), Cabo de Santo Agostinho (R$ 26,5 milhões) e Olinda (R$ 18,5) são as cinco casas de leis municipais mais caras do estado, de acordo com os dados do Tesouro Nacional. Confira o ranking completo:


Postado por André Spigariol da ONG Cidadão Fiscal em 13/12/2018.

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